sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Vamos vadiar! Malungo recebe visita...

Ontem, dia 12 de fevereiro, o Malungo de Belém recebeu a visita dos camaradas Josias e Edmar, do grupo "Eu sou Angoleiro". Na ocasião, o dia de treino se transformou em uma agradável roda de vadiagem onde as crianças da comunidade puderam apreciar o "brinquedo dos angolas" praticado entre outros angoleiros de Belém. Estiveram presentes, além dos membros do Malungo de Belém (Douglas, Guilherme, Camila, Elisabete, Jonhata, Clauver e Ronald), os pais de algumas crianças (D. Nira e d. Carla) e a jovem Izabel, que acompanhava os dois angoleiros. O encontro terminou bem e acabou sendo um grande evento para a formação do malungo de Belém e para a reativação do diálogo com os velhos camaradas.
Sucessos para todos nós!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Malungo em Ilhéus?

No último dia 03 de fevereiro, o malungo Augusto Leal foi convocado para assumir a vaga de professor de Teoria da História na Universidades Estadual de Santa Cruz, Ilhéus-BA. O angoleiro historiador havia sido classificado por ocasião de concurso realizado naquela instituição em 2008. Mais um calunga deve ser atravessado pelo malungo...

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Imprensa noticia Oficina do Malungo no FSM

Esporte
31 Janeiro 2009 10:30
Capoeira Angola bota o Fórum Social Mundial na roda


Por Fábio Relvas
Do Portal Culura
Fotos: Fernanda Monteiro

O esporte também está presente no Fórum Social Mundial com com o movimento 'Malungo, Centro de Capoeira Angola', que durante três dias realizou a oficina 'Capoeira: experiência, história e historiografia', na UFPA (Universidade Federal do Pará). Neste sábado, 31, das 8h30 às 11h30, acontece a conferência: 'Capoeira, Identidade e gênero: a história da copeira no Brasil'. Haverá ainda o lançamento do livro 'A política da copeiragem', de autoria do coordenador do Malungo em Belém, Augusto Leal.

Segundo Leal, o objetivo de trazer a capoeira para Fórum "é discutir a democratização do conhecimento, considerando suas várias esferas, trabalhando o lado da teoria e da prática, entre aquele que pensa e faz", justificou.


O Centro Malungo que tem sede em Feira de Santana, na Bahia, e é coordenado pelo mestre Bel, tem um projeto diferenciado em relação a capoeira Angola, que é de ajudar a debater a concepção de saberes dentro do espaço acadêmico, "não como uma disciplina acadêmica, mais como a nacionalidade africana no Brasil", completou Augusto Leal.

A capoeira Angola é um movimento específico que resgata várias identidades e estrapola a limitação do esporte, passando pelo campo da música, onde os alunos aprendem a tocar instrumentos (berinbau, reco-reco, pandeiros e tabaque) e história da cultura afro brasileira. "A capoeira é uma luta, um jogo, uma brincadeira, é uma linguagem de cultura africana no Brasil", informou Leal.


O coordenador do Malungo em Belém, explica os chamados golpes da capoeira Angola. “São golpes específicos em relação ao Brasil, como: cabeçada, rabo de arraia, rasteira, meia lua, chapa de frente e de costa”, declarou.

Augusto Leal comentou sobre o lançamento do livro no FSM 2009. Segundo ele, o livro resgata o debate sobre a existência da capoeira, seu papel histórico na sociedade paraense e brasileira. “O Pará já teve um movimento forte de capoeira, mas essa cultura foi se perdendo. Hoje a população quase não lembra da história da capoeira no Pará.”

Quem quiser saber mais sobre o movimento Malungo pode acessar o endereço: www.malungoangoleiro.blogspot.com

In http://portalcultura.com.br/p2/jornalismo.php?pg=jornal_materia&id=33106

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Oficina nº 2: “Capoeira: experiência e movimento”

A segunda oficina do Malungo foi bastante intensa em seu conteúdo e na participação dos membros do Fórum Social. Após diálogo complementar a respeito dos significados da prática da capoeira angola, os procedimentos de movimentação foram desenvolvidos com bastante criatividade e interesse por parte dos iniciantes e iniciados.


Houve a oportunidade da vadiação ser desenvolvida graças a colaboração de novos camaradas que prestigiaram o trabalho e puderam brincar com o Malungo do Norte do Brasil


O acesso à sala de movimentação/oficina logo ficou abarrotado de interessados que infelizmente não puderam desenvolver sua movimentação, mas, em compensação, puderam conhecer parte do trabalho do Malungo Centro de Capoeira Angola através do livro "A POLÍTICA DA CAPOEIRAGEM", de Augusto Leal.


Os movimentos básicos da capoeira angola foram experimentados tantos por pessoas que nunca tinham tido a oportunidade de conhecê-la como por capoeiras de outros grupos do Pará ou de outros estados e países.




Participantes da oficina "experiência e movimento" - Introdução geral à arte da capoeira angola.

Oficina nº 1: “Capoeira: experiência, história e historiografia”




A primeira oficina realizada no FSM foi bem sucedida. Apesar do espaço relativamente reduzido para o número de interessados, foi possivel apresentar, em um primeiro momento, um balanço geral do processo de construção da historiografia da capoeira no Brasil. A continuação do trabalho se caracterizou pela vivência prática da capoeira angola através da experiência corporal, ou seja, os presentes puderam participar da movimentação de iniciação à capoeira angola e discutir os vários significados da capoeira vivida em nossos dias. O espaço foi ocupado por música eletrônica de capoeira, exposição fotográfica do trabalho do Malungo na Bahia e no Pará e, finalizando, pela prática de manejo do berimbau como instrumento da capoeira.

Malungo no Fórum Social - Programação




As atividades do Malungo Centro de Capoeira Angola ocorreram entre os dias 29 e 31 de janeiro na Universidade Federal do Pará. Diversos foram os parceiros que contribuiram para o sucesso da programação. Em especial, destacamos a parceria de Carlos Leal, José Barbosa, Marzane, Kleydyff, Waldomiro e a todos os participantes das oficinas e Conferência.

Dia 29.01 - Oficina 1: “Capoeira: experiência, história e historiografia”
Horário: de 08:30 às 11:30h
Local: UFPA, Pavilhão Básico, Sala P2

Dia 30.01 - Oficina 2: “Capoeira: experiência e movimento”
Horário: de 15:30 às 18:30h
Local: UFPA, Pavilhão Básico, Sala P4

Dia 31.01 - Conferência: “Capoeira, identidade e gênero: a história social da capoeira no Brasil”
Horário: de 08:30 às 11:30h
Local: UFPA, ICB Anexo – PAT 05