No último sábado, dia 04 de abril, o coletivo do Malungo Belém recebeu visitas que deram brilho a boa vadiagem de Angola. De Cametá, a monitora Darcica; de Belém, o treinel Léo e camaradas do Eu sou angoleiro; e de Tracuateua, o mano Diego, do Negro de aruanda. O encontro entre camaradas, sob os cuidados do monitor Douglas, culminou em uma roda de axé e muita alegria. Que venham outros encontros!
Texto extraído do livro: “A capoeira na Bahia: História e Cultura Afro-Brasileira” (Instituto Maria Quitéria – no prelo). Autoria do Contramestre Bel, mais um fruto dos projetos do Malungo. A origem da Cidade de Feira de Santana remete ao período colonial. Surgiu de um povoado humilde, onde as casas eram cobertas com palhas, piso de terra batida e paredes de barro amassado, conhecido no sertão nordestino como taipa. As casas e ruas eram iluminadas com lamparinas e lampiões a querosene. Localizada a aproximadamente 110km de distância da Cidade do Salvador, no sentido norte da Bahia, e gozando de certo prestígio no tocante à autonomia política e econômica da Capital, Feira de Santana se tornou ao longo do tempo a maior cidade do interior baiano, com uma população de quase 600 mil habitantes e um dos maiores centros de capoeira do Nordeste. Por razões como estas, em 1919 o senhor Ruy Barbosa, ilustre político baiano, a batizou como “Princesa do Sertão”. A história da Capoeira e...




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